segunda-feira, 7 de maio de 2012
Feirenses admiram fenômeno astronômico no Observatório Antares
Em Feira de Santana, visitantes e membros do Clube de Astronomia Amadora da cidade se reuniram sábado (5) no Observatório Astronômico Antares, no bairro Jardim Cruzeiro, para observar a lua cheia que, neste dia, surgiu no céu de maneira especial devido ao fenômeno astronômico "Super Lua".
No final da tarde, o satélite natural do nosso planeta parecia está 14% maior e 30% mais brilhante por que ele esteve mais próximo da Terra (Perigeu), cerca de 363 mil quilômetros, segundo especialistas.
“A última Lua cheia tão grande e próxima da Terra foi em Março de 1993”, de acordo com Geoff Chester, do Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington DC.
Quem quiser observar outros astros e planetas pelo telescópio e obter novos conhecimentos pode fazer uma visita ao Clube de Astronomia Amadora de Feira de Santana (Caafs) aos sábados, a partir das 17h, no Observatório Antares. (Por: Andréa Trindade)
quinta-feira, 8 de março de 2012
Tempestade solar mais forte dos últimos cinco anos atinge a Terra
Agência Brasil - A Terra deve ser atingida hoje (8) por uma tempestade solar, com potencial para afetar redes elétricas, satélites de navegação GPS e rotas de aviões. Segundo a agência espacial norte-americana, a Nasa, a previsão é que a tempestade – a mais forte dos últimos cinco anos – liberou uma carga de partículas entre as 3h e as 7h (horário de Brasília).
De acordo com as imagens da tempestade, há duas ondas distintas. Na primeira, elas se espalham em todas as direções. Na segunda, as ondas são mais estreitas, dirigindo-se em direção ao Sudeste da Terra. O processo, segundo a Nasa, começou por volta das 19h de terça-feira (6) em alguns lugares do mundo. Depois, foi sentido de forma intensa por volta das 20h em outros locais do planeta.
A tempestade foi provocada por grandes explosões que ocorreram no começo desta semana. O efeito maior será sentido nos polos do planeta. Aviões que passam por essas regiões podem ter que desviar suas rotas. As partículas solares chegarão à Terra a 6,4 milhões de quilômetros por hora, segundo o centro meteorológico norte-americano (cuja sigla em inglês é Noaa).
Imagens das regiões do Sol onde as explosões ocorreram revelam uma complexa rede de manchas, indicando que há quantidades enormes de energia magnética. Também foram observadas tempestades magnéticas nas últimas décadas. Uma explosão solar, em 1972, paralisou as linhas telefônicas do estado americano de Illinois.
De acordo com a Nasa, as tempestades ocorrem quando os campos magnéticos em volta da Terra mudam de forma rápida de intensidade e forma. Uma tempestade moderada geralmente provoca a chamada aurora e pode interferir na transmissão de alta freqüência de rádio perto dos polos.
O Observatório Solar Heliosférico norte-americano (Soho) capturou imagens que mostram parte do processo da tempestade. As partículas surgem de forma extremamente rápida, associadas com a erupção solar, provocando uma espécie de ruído no final das imagens – que também têm som.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Cassine chegou mais perto de uma das luas de Saturno
Andréa Trindade
Observei Saturno no início deste mês, pelo telescópio Mead, que fica na cúpula do Observatório Antares. Meu planeta favorito (Saturno, repetindo) estava lindo como sempre, exibindo sombreado e tudo.
Deu para ver um pouco (quase nada) de duas das mais de 40 luas dele. Olha que riqueza não é? Enquanto nós terráqueos temos uma lua para admirar os saturninos, se é que eles existem, têm mais de 40 para se inspirarem. (Saturno tem 49 satélites confirmados, mas estima-se que ele tenha mais de 60)
Mas como estava dizendo, eu vi quase nada de duas luas de Saturno, bem parecidas com dois pontos brilhantes no céu, pelo telescópio, enquanto a sonda Cassini fotografou em detalhes a superfície totalmente irregular de uma das luas do meu planetinha.
O satélite Hyperion tem 270 km de diâmetro. Olha a imagem da superfície dele:
Esta é a segunda vez que a Nasa captura imagens do objeto a uma distância de 25 mil km, aproximadamente. A primeira vez foi em 2005, com apenas 500 km de aproximação. “Peeeeerrrto”!
Fui informada de outras fotos deverão ser feitas no próximo dia 16 de setembro, quando Cassini (a sonda) vai se aproximar novamente da lua. Boa viagem Cassini! Traga mais fotos legais para nós.
Observei Saturno no início deste mês, pelo telescópio Mead, que fica na cúpula do Observatório Antares. Meu planeta favorito (Saturno, repetindo) estava lindo como sempre, exibindo sombreado e tudo.
Deu para ver um pouco (quase nada) de duas das mais de 40 luas dele. Olha que riqueza não é? Enquanto nós terráqueos temos uma lua para admirar os saturninos, se é que eles existem, têm mais de 40 para se inspirarem. (Saturno tem 49 satélites confirmados, mas estima-se que ele tenha mais de 60)
Mas como estava dizendo, eu vi quase nada de duas luas de Saturno, bem parecidas com dois pontos brilhantes no céu, pelo telescópio, enquanto a sonda Cassini fotografou em detalhes a superfície totalmente irregular de uma das luas do meu planetinha.
O satélite Hyperion tem 270 km de diâmetro. Olha a imagem da superfície dele:
Esta é a segunda vez que a Nasa captura imagens do objeto a uma distância de 25 mil km, aproximadamente. A primeira vez foi em 2005, com apenas 500 km de aproximação. “Peeeeerrrto”!
Fui informada de outras fotos deverão ser feitas no próximo dia 16 de setembro, quando Cassini (a sonda) vai se aproximar novamente da lua. Boa viagem Cassini! Traga mais fotos legais para nós.
80 vezes mais maciça que o Sol; Uh lá lá
Já imaginou algo que tenha 80 vezes mais massa que o sol? Pena que eu não achei nenhuma imagem para mostrar para vocês. Se o dobro do sol já é muito para nós, imagine 80 vezes maior.
Uma equipe da Universidade de La Serena, que tem um astrônomo brasileiro radicado no Chile entre os membros, descobriram duas estrelas novas. Lindas, maciças, brilhantes e aparentemente isoladas na Via Láctea.
Estimam-se que essas garotinhas (batizadas de WR20aa e WR20c) tenham cerca de 2 milhões de anos. Sim, em termos astronômicos elas são duas jovenzinhas, apesar do “tamanhão” também. As características delas, principalmente a massa, fazem desses objetos, astros extremamente raros na galáxia, o conhecido "Caminho de Leite".
Vale lembrar que existem outras estrelas muito maiores que o sol. Já falei disso, mas vou preparar um post especial sobre o assunto qualquer dia desses.
EXPULSÃO
De acordo com o Folha Online, os pesquisadores acreditam que a dupla tenha sido ejetada de um superaglomerado de estrelas de altíssima massa chamado Westerlund 2, que fica na direção da constelação de Carina, a cerca de 26 mil anos-luz do Sol. No centro desse aglomerado, existe um grupo compacto de estrelas muito brilhantes onde são observadas nuvens de gás remanescente do seu processo de formação.
Ainda de acordo com o Folha, eles descobriram que uma linha imaginária conectando as duas estrelas "cruza" o aglomerado exatamente na sua parte central. Isso significa que elas devem ter saído de onde está o "berçário" dos objetos de grande massa. Estudos de dinâmica estelar preveem que estrelas de massa muito grande não convivem bem entre si. Algumas sempre acabam expulsas pelas companheiras.
Uma equipe da Universidade de La Serena, que tem um astrônomo brasileiro radicado no Chile entre os membros, descobriram duas estrelas novas. Lindas, maciças, brilhantes e aparentemente isoladas na Via Láctea.
Estimam-se que essas garotinhas (batizadas de WR20aa e WR20c) tenham cerca de 2 milhões de anos. Sim, em termos astronômicos elas são duas jovenzinhas, apesar do “tamanhão” também. As características delas, principalmente a massa, fazem desses objetos, astros extremamente raros na galáxia, o conhecido "Caminho de Leite".
Vale lembrar que existem outras estrelas muito maiores que o sol. Já falei disso, mas vou preparar um post especial sobre o assunto qualquer dia desses.
EXPULSÃO
De acordo com o Folha Online, os pesquisadores acreditam que a dupla tenha sido ejetada de um superaglomerado de estrelas de altíssima massa chamado Westerlund 2, que fica na direção da constelação de Carina, a cerca de 26 mil anos-luz do Sol. No centro desse aglomerado, existe um grupo compacto de estrelas muito brilhantes onde são observadas nuvens de gás remanescente do seu processo de formação.
Ainda de acordo com o Folha, eles descobriram que uma linha imaginária conectando as duas estrelas "cruza" o aglomerado exatamente na sua parte central. Isso significa que elas devem ter saído de onde está o "berçário" dos objetos de grande massa. Estudos de dinâmica estelar preveem que estrelas de massa muito grande não convivem bem entre si. Algumas sempre acabam expulsas pelas companheiras.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Nova lua para Plutão
Foto: NasaAgência FAPESP – Utilizando o telescópio espacial Hubble, da Nasa, a agência espacial norte-americana, um grupo de astrônomos descobriu uma quarta lua na órbita de Plutão. O pequeno satélite, provisoriamente denominado P4, foi observado em uma inspeção do Hubble em busca de anéis em torno do planeta anão.
A nova lua é a menor já descoberta na órbita de Plutão. Estima-se que seu diâmetro tenha entre 13 e 34 quilômetros. A maior lua de Plutão, Charon, tem pouco mais de mil quilômetros de diâmetro. As outras luas, Nix e Hydra, têm diâmetros que vão de 32 a 113 quilômetros.
“É notável q ue as câmeras do Hubble nos tenham permitido observar um objeto tão pequeno, tão claramente, a uma distância de mais de cinco bilhões de quilômetros”, disse o líder deste programa de observações do Hubble, Mark Showalter, do Instituto SETI, sediado em Mountain View, na Califórnia (Estados Unidos).
A descoberta é resultado de um trabalho de apoio à missão Novos Horizontes, da Nasa, que tem um voo através do sistema de Plutão programado para 2015. A missão foi projetada para fornecer novas informações sobre mundos no limite do Sistema Solar.
De acordo com a Nasa, o mapeamento da superfície de Plutão e a descoberta de seus satélites pelo Hubble têm sido de um valor inestimável para o planejamento da missão Novos Horizontes.
“Essa é uma descoberta fantástica”, disse o pesquisador principal da Novos Horizontes, Alan Stern, do Instituto de Pesquisa Southwest, em Boulder, no Colorado (Estados Unidos). "Agora que há outra lua no sistema de Plutão, podemos planejar observações de curta distância durante nossa missão”, afirmou.
A nova lua está localizada entre as órbitas de Nix e de Hydra, que foi descoberta pelo Hubble em 2005. Charon foi descoberta em 1978 pelo Observatório Naval, nos Estados Unidos e confirmada pela primeira vez como um corpo separado de Plutão em 1990, pelo Hubble.
Acredita-se que todo o sistema de luas de Plutão tenha se formado, durante a história do Sistema Solar, a partir de uma colisão entre o planeta-anão e outro corpo das dimensões de um planeta. O material expelido pela colisão teria formado, por coalescência, a família de satélites observada atualmente em torno de Plutão.
Rochas lunares trazidas para a Terra nas missões Apolo levaram à teoria de que a Lua foi produto de uma colisão semelhante entre a Terra e um corpo de dimensões semelhantes à de Marte, há cerca de 4,4 bilhões de anos.
Os cientistas acreditam que materiais expelidos das luas de Plutão por impactos de micrometeoritos podem ter formado anéis em torno do planeta-anão, mas as fotos do Hubble não foram capazes de detectá-los até agora.
“Essa observação surpreendente nos dá uma poderosa amostra da capacidade do Hubble, como um observatório astronômico de objetivos gerais, para fazer descobertas tão surpreendentes como inesperadas”, disse Jon Morse, diretor da Divisão de Astrofísica da sede da Nasa em Washington.
Mais informações e inscrições: www.nasa.gov/hubble
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Feira sedia maior encontro de Astronomia do Norte Nordeste
Andréa Trindade
Feira de Santana vai sediar nos dias 28 e 29 de maio o VII Encontro Interestadual Nordestino de Astronomia (EINA). O evento será realizado no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), onde haverá apresentação de trabalhos, mini-cursos, palestras e painéis com temas ligados a astronomia. Entre os palestrantes convidados está a astrônoma especialista em meteoritos do Observatório Nacional, Maria Elizabeth Zucolotto.
O encontro ocorre desde 2005 em várias cidades do nordeste e neste ano Feira foi a escolhida para sediar o evento que tem como objetivo promover o intercâmbio entre as várias associações e entidades que agregam astrônomos profissionais e amadores, além de pessoas interessadas em desenvolver projetos de ensino, divulgação e pesquisa em Astronomia.
O Eina é aberto ao público e a edição deste ano foi organizada pelo Clube de Astronomia Amadora de Feira de Santana e pelo Observatório Astronômico Antares/Uefs em parceria com o Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo.
A cidade é a única do Norte e Nordeste que possui dois planetários e um observatório astronômico dotado de equipamentos modernos e que se dedica às atividades de pesquisa e popularização da Astronomia.
Programação do VII EINA
________________________________________
28 de Maio – Sábado
08:00 às 9:00 – Credenciamento - Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
09:00 às 10:00 - Cerimônia de Abertura do Evento - Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
10:00 às 10:30 - Coffee Brake
10:30 às 12:00 - Palestra Master
Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
12:00 às 14:00- Intervalo para Almoço
14:00 às 14:30 - Apresentação Oral
14:30 às 15:00 - Apresentação Oral
15:00 às 15:30 - Apresentação Oral
15:30 às 16:00 - Coffee Brake
16:00 às 17:00 - Paineis
Local: PATs 30 e 39
17:00 às 17:30 - Mini Cursos
17:30 às 19:00- Intervalo para Jantar
19:00 às 21:00 - Astrofesta
Local: Senzala (UEFS)
_________________________________________
29 de Maio - Domingo
08:00 às 9:30 - Tour Cientifico I
Local: Observatório Antares/Parque do Saber
09:30 às 10:00 - Lanche
Local: Observatório Antares/Parque do Saber
10:00 às 12:00 - Tour Cientifico II
Local: Parque do Saber/Observatório Antares
12:00 às 14:00 - Intervalo para Almoço
14:00 às 14:30 - Apresentação Oral
14:30 às 15:00 - Apresentação Oral
15:00 às 15:30 - Coffee Brake
15:30 às 17:00 - Maria Elizabeth Zucolotto
17:00 - Plenária Final
Feira de Santana vai sediar nos dias 28 e 29 de maio o VII Encontro Interestadual Nordestino de Astronomia (EINA). O evento será realizado no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), onde haverá apresentação de trabalhos, mini-cursos, palestras e painéis com temas ligados a astronomia. Entre os palestrantes convidados está a astrônoma especialista em meteoritos do Observatório Nacional, Maria Elizabeth Zucolotto.
O encontro ocorre desde 2005 em várias cidades do nordeste e neste ano Feira foi a escolhida para sediar o evento que tem como objetivo promover o intercâmbio entre as várias associações e entidades que agregam astrônomos profissionais e amadores, além de pessoas interessadas em desenvolver projetos de ensino, divulgação e pesquisa em Astronomia.
O Eina é aberto ao público e a edição deste ano foi organizada pelo Clube de Astronomia Amadora de Feira de Santana e pelo Observatório Astronômico Antares/Uefs em parceria com o Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo.
A cidade é a única do Norte e Nordeste que possui dois planetários e um observatório astronômico dotado de equipamentos modernos e que se dedica às atividades de pesquisa e popularização da Astronomia.
Programação do VII EINA
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28 de Maio – Sábado
08:00 às 9:00 – Credenciamento - Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
09:00 às 10:00 - Cerimônia de Abertura do Evento - Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
10:00 às 10:30 - Coffee Brake
10:30 às 12:00 - Palestra Master
Local: Anfiteatro I - Módulo II da UEFS
12:00 às 14:00- Intervalo para Almoço
14:00 às 14:30 - Apresentação Oral
14:30 às 15:00 - Apresentação Oral
15:00 às 15:30 - Apresentação Oral
15:30 às 16:00 - Coffee Brake
16:00 às 17:00 - Paineis
Local: PATs 30 e 39
17:00 às 17:30 - Mini Cursos
17:30 às 19:00- Intervalo para Jantar
19:00 às 21:00 - Astrofesta
Local: Senzala (UEFS)
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29 de Maio - Domingo
08:00 às 9:30 - Tour Cientifico I
Local: Observatório Antares/Parque do Saber
09:30 às 10:00 - Lanche
Local: Observatório Antares/Parque do Saber
10:00 às 12:00 - Tour Cientifico II
Local: Parque do Saber/Observatório Antares
12:00 às 14:00 - Intervalo para Almoço
14:00 às 14:30 - Apresentação Oral
14:30 às 15:00 - Apresentação Oral
15:00 às 15:30 - Coffee Brake
15:30 às 17:00 - Maria Elizabeth Zucolotto
17:00 - Plenária Final
segunda-feira, 28 de março de 2011
Auroras de Saturno são vistas simultaneamente em foto; Observe
Andréa Trindade
Saturno, depois da Terra, é o meu planeta favorito, aquele “anelzinho” dele é tão lindo. Já o observei algumas vezes e sempre fico encantada. É um olho no telescópio e um sorriso nos lábios.
Mas dos anéis deles eu vou falar em outra oportunidade, é que a Nasa...aquela agência espacial dos EUA, exibiu só agora , uma imagem rara de Saturno, que foi tirada em 2009 pelo telescópio Hubble (o genial)
Foto: Nasa
De acordo com os cientistas a foto só pôde ser feita pelo Hubble por ter ocorrido um equinócio tanto no norte quanto no sul, mais a iluminação provida pelos raios solares. A imagem é tão perfeita, que nem parece que é real, mas acredite, pois é real. Foi o Hubble que fotografou, gente.
As auroras podem ser identificadas pelo brilho que emitem. Neste caso elas são criadas pela interação entre ventos solares e o campo magnético de Saturno.
À primeira vista, as auroras parecem ser simétricas, mas segundo os astrônomos, há algumas sutis diferenças. De acordo com os pesquisadores, o campo magnético não é distribuído igualmente em todo o planeta. No norte, por exemplo, ele é um pouco menor e mais intenso do que no sul.
Saturno, depois da Terra, é o meu planeta favorito, aquele “anelzinho” dele é tão lindo. Já o observei algumas vezes e sempre fico encantada. É um olho no telescópio e um sorriso nos lábios.
Mas dos anéis deles eu vou falar em outra oportunidade, é que a Nasa...aquela agência espacial dos EUA, exibiu só agora , uma imagem rara de Saturno, que foi tirada em 2009 pelo telescópio Hubble (o genial)
Foto: NasaDe acordo com os cientistas a foto só pôde ser feita pelo Hubble por ter ocorrido um equinócio tanto no norte quanto no sul, mais a iluminação provida pelos raios solares. A imagem é tão perfeita, que nem parece que é real, mas acredite, pois é real. Foi o Hubble que fotografou, gente.
As auroras podem ser identificadas pelo brilho que emitem. Neste caso elas são criadas pela interação entre ventos solares e o campo magnético de Saturno.
À primeira vista, as auroras parecem ser simétricas, mas segundo os astrônomos, há algumas sutis diferenças. De acordo com os pesquisadores, o campo magnético não é distribuído igualmente em todo o planeta. No norte, por exemplo, ele é um pouco menor e mais intenso do que no sul.
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